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X Não é Um País Pequeno – Desvendar a era pós global

X Não é Um País Pequeno – Desvendar a Era Pós Global explora a nossa atual condição pós-global, observando em diferentes escalas -territórios, cidades, infraestruturas, plataformas, corpos, objetos – os processos de desglobalização e realinhamento geopolítico que, em muitos casos, foram acelerados e distorcidos em ciclos de fluxo e revisão em rápida evolução durante a atual pandemia.

A exposição apresenta nove projetos recentemente criados por profissionais internacionais que trabalham em design, arquitetura e arte e que investigam, articulam e criticam o atual estado convoluto do mundo a partir de múltiplas perspetivas geográficas: Bard Studio (Rupali Gupte e Prasad Shetty), Bricklab (Abdulrahman Hisham Gazzaz e Turki Hisham Gazzaz), Ibiye Camp, Revital Cohen & Tuur van Balen, He Jing, Liam Young, Paulo Moreira, Rael San Fratello (Ronald Rael e Virginia San Fratello) e Wolfgang Tillmans. São instalações que percorrem diversos media, desde intervenções arquitetónicas a imagens em movimento, passando pela realidade aumentada.

Quarta a segunda, das 11h às 19h no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. Até 6 setembro 202.

X Não é Um País Pequeno
Créditos BUREAU

Fado no Jardim da Casa de Amália Rodrigues

A magia e emoção do fado estão de volta à casa onde a eterna Amália Rodrigues viveu durante 44 anos. Todos os sábados, o jardim secreto da sua casa enche-se de música durante um concerto acústico de voz, guitarra portuguesa e viola de fado. Para uma experiência mais enriquecedora os espetáculos podem ser antecedidos por uma visita guiada à Casa-Museu (mediante marcação prévia).

Reservas e informações: jardimdaamalia@gmail.com | 213 971 896
20 € – concerto
26 € – visita+concerto

Sábados às 16h, até 30 outubro 2021 na Casa-Museu Amália Rodrigues.

Fado no Jardim da Casa de Amália Rodrigues

Ídolos. Olhares Milenares

O Museu Nacional de Arqueologia apresenta uma exposição única de um conjunto de bens arqueológicos provenientes da Península Ibérica, em colaboração com dezenas de museus e entidades emprestadoras dos dois países. É a primeira vez que teremos a possibilidade de admirar os testemunhos materiais das culturas que ocuparam o centro/sul da península durante cerca de um milénio, reunidos no mesmo espaço expositivo.

A exposição apresenta ao visitante um conjunto internacional de 270 bens culturais que explicam as comunidades agro-pastoris do 4º e 3º milénios a.C. no Centro/Sul da Península Ibérica. Além dos bens 155 bens arqueológicos pertencentes a 16 Museus espanhóis, e um colecionador privado, em Portugal, a exposição contará mais 115 bens – sendo 77 pertencentes às coleções do MNA (21 deles classificados como Bens de Interesse Nacional/”Tesouros Nacionais”), e as restantes de outras 10 instituições da Administração Central, Regional e Local, representando o património arqueológico de 35 municípios portugueses distribuídos por dez distritos.

Mais informação aqui.

Terça a domingo: 10h às 18h (última entrada: 17h30)
5 € – (ver descontos aplicáveis)
Lotação máxima: 15 visitantes

Ídolos. Olhares Milenares
© DGPC/ADF José Paulo Ruas

Kilombo Curadoria Aurora Negra

Kilombo é um lugar de reunião, resistência e partilha. A convite do Alkantara, Cleo Diára, Nádia Yracema e Isabél Zuaa convocam durante três dias para Espaço Alkantara um grupo de artistas que admiram e consideram relevantes no panorama cultural para, em conjunto, através de várias práticas artísticas, criar um momento de celebração e resiliência.

A programação inclui exposições de Filipa Bossuet e Preta, vídeos de Welket Bungué, Gio Lourenço e Inês Oliveira, David Amado, entre outros, concertos, performances e conversas. Programação completa aqui

Entradas por sessão limitadas à lotação do espaço.

Bilhetes para cada sessão podem ser reservados através do email ionara@alkantara.pt com indicação de número de lugares e sessão pretendida.

No próprio dia serão disponibilizados à porta os bilhetes ainda livres para cada sessão.

É obrigatório o uso de máscara.

Kilombo
© Tiago Moura

Comidas de Rua – Festival gastronómico

O Festival Gastronómico de Comidas de Rua será orientado por dois chefs, Bertílio Gomes e Dinis Correia, que se irão dedicar, numa perspetiva de fusão, a interpretar a comida de rua de várias culturas.

O objetivo é o de proporcionar à cidade de Lisboa e aos visitantes a oferta de sabores das culturas que nos rodeiam, num âmbito multicultural de street food, acrescentando um surpreendente e excelente nível de cozinha de autor.

Serão organizadas também conversas e ateliers envolvendo as comunidades vizinhas e o grande público em torno da gastronomia do mundo, bem como um mercado de mercearias étnicas que serão uma verdadeira oportunidade para “deitar a mão” a produtos e ingredientes raros.

Mais informações aqui

Quinta a domingo, das 18h30 às 23h. Até 31 dezembro 2021 nas Carpintarias de São Lázaro.

Comidas de Rua
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